Palestrantes

ALFREDO ARACIL
Nascido em Madri, em 1954, Alfredo Aracil é uma das maiores personalidades da composição espanhola. Doutor em História da Arte, Aracil estudou música com C. Halffter, T. Marco, C. Bernaola, L. de Pablo e A. Tamayo em Madri e com K. Stockhausen, I. Xenakis, C. Wolf y M. Kagel em Darmstadt. Tem organizado, coordenado e dirigido ciclos e atividades especiais para o Festival de Outono da Comunidade de Madri, União Européia de Radiofusão, Instituto Cervantes de Paris, Fundação Albeniz, Museu do Prado, Arquivo Manuel de Falla em Granada, Fundação Loewe e Orquestra e Coro Nacionais de Espanha. De 1994 a 2001 foi diretor do Festival Internacional de Música e Dança de Granada. Atualmente é membro do Conselho de Administração da Sociedade Espanhola de musicologia (SEDEMED), presidente da secção espanhola da Sociedade Internacional de Música Contemporânea (Simce) e professor associado na Universidade Autônoma de Madri.

BORIS ALVARADO
Nascido em 1962 graduou-se em música na Universidade Católica de Valparaíso. Recebeu o título de Mestre em Artes com menção em composição na Universidade de Chile. Em 2002 recebeu o Diploma em Composição e Música Sacra da Academia de Música de Cracóvia, Polônia. Estudou composição com Hernán Ramirez, Alejandro Guarello, Andrés Alcalde, Eduardo Cáceres e K. Penderecki. Membro da Associação Chilena de Compositores, Alvarado tem dirigido vários conjuntos de câmara executando e estreando músicas do século XX de diversos autores nacionais e estrangeiros tanto no Chile como na Europa. Participou do XV Festival de La Habana, Cuba, realizando palestra sobre a música chilena atual. Entre as distinções obteve o “Prêmio da Crítica” do Círculo de Críticos de Arte de Valparaíso, assim como o reconhecimento do Governo de Sua Majestade Britânica em 1996 pela difusão da obra de compositores ingleses e a Medalha de Mérito Cultural do governo polonês.

CLOVIS PEREIRA DOS SANTOS
Um dos primeiros alunos do grande mestre e compositor Guerra Peixe, o maestro Clovis Pereira foi Diretor Musical da TV Jornal do Commercio, professor das UFRN, UFPB e UFPE, Diretor do Conservatório Pernambucano de Música. À convite de Ariano Suassuna escreveu as primeiras obras musicais representativas do Movimento Armorial. Premiado no concurso nacional de composição com Uma Cantata para o Natal promovido pelo Governo da Paraíba, foi agraciado com a Medalha Comemorativa do IV Centenário da Paraíba assim como recebeu a Medalha do Mérito Educacional, Classe Ouro, em Pernambuco. Mestre em Composição pela Boston Universidade de Boston, é membro fundador da Sociedade Brasileira de Música Contemporânea. Em 1997 recebeu o Troféu Cultural Cidade do Recife e em 2004 foi agraciado com o Diploma Oliveira Lima – Personalidade Cultural. Entre suas obras mais importantes destacam-se: Lamento e Dança Brasileira, A Grande Missa Nordestina, Concertino para Violino e Cordas, Concertino para Violoncelo e Cordas, Suite Macambira para cello solo e Quarteto em lá maior (dedicado ao Quarteto da Cidade de São Paulo).

EDGAR VALCARCEL
Nascido em Puno, Peru, foi um dos compositores latinoamericanos que estiveram em Buenos Aires nos anos 60 trabalhando no Instituto Torcuato di Tella. Foi ao receber uma bolsa da fundacão Guggenheim que o permitiu trabalhar na Columbia-Princeton Electronic Music Center em Nova York e compor suas primeiras peças usando sons eletrônicos. “Invencion” para tape, “Canto Coral a Túpac Amaru” para coro, percussão e tape, foram compostas nesta época. Outra peça de Valcarcel “Flor de Sancayo” para piano e tape foi composta em 1976 no Estudio de Música Eletrônica da McGill em Montreal quando ele era professor visitante na universidade. Agora nos seus 70 anos Valcarcel sente que o sonho de continuar trabalhando no campo dam úsica eletrônica é impossível de conseguir em sua terra por causa da situação dramatica social, econîomica e cultural do país.

ELI-ERI MOURA
Compositor, regente e teórico, trabalha na Universidade Federal da Paraíba como professor dos programas de graduação e pós-graduação em música, e como coordenador do COMPOMUS (Laboratório de Composição Musical). Estudou composição com José A. Kaplan e Mário Ficarelli e com Brian Cherney, Alcides Lanza e John Rea, na McGill University, Canadá, onde obteve seus títulos de Mestre e Doutor em Composição. Seu catálogo inclui mais de 80 títulos incluindo peças para diversos grupos de câmara, coro e orquestra, assim como músicas para peças de teatro, vídeos e filmes. Suas trilhas sonoras ganharam diversos prêmios nacionais em festivais brasileiros, incluindo o 10º Vitória Cine Vídeo, em 2003. Tem participado de vários festivais importantes de música contemporânea. Seus artigos estão sendo publicados em periódicos como Contemporary Music Review, Em Pauta, Per Musi e Musica Hodie.

IRINEU FRANCO PERPETUO
É jornalista, colaborador do jornal Folha de S.Paulo, TV Cultura, revistas Bravo e Concerto, e correspondente no Brasil da revista Ópera Actual (Barcelona). Foi jurado de concursos como o Prêmio Carlos Gomes, o Concurso Internacional de Canto Bidu Sayão e o Concurso de Composição da Banda Sinfônica do Estado de São Paulo. Ministra cursos em instituições como a Casa do Saber, o Centro Universitário Maria Antonia – USP e o Instituto Moreira Salles. Co-autor, com Alexandre Pavan, de Populares & Eruditos (Editora Invenção, 2001), e autor de Cyro Pereira – Maestro (DBA Editora, 2005)) e do audiolivro História da Música Clássica (Livro Falante, 2008). Publicou, pela Editora Globo, a tradução, diretamente do russo, de dois livros de A. S. Púchkin: Pequenas Tragédias (2006) e Boris Godunov (2007).

LEON BIRIOTTI
Natural de Montevidéu, estudou oboé com Jean Louis Leroux e composição com Casal Chapí. Em Buenos Aires, Biriotti estudou no Centro Latino-americano de Altos Estudios Musicales com Ginastera e Kröppfl. Participou e dirigiu numerosos grupos de câmara entre eles o Grupo Artemus, Trio Sagitarius, Cuarteto ICAU, Cuarteto Biriotti, Sinfonieta Montevideo. Dirigindo orquestra ou conjunto de câmara tem realizado uma tarefa infatigável para aproximar o ouvinte da música de diferentes estéticas. Seu trabalho como professor abrange não somente aulas na Universidade de Bahia, sala de conferências dos congressos internacionais de música, os seminários da Escola Universitária de Música de Montevidéu, mas também se faz visível em seu notável critério programático que o levou a organizar numerosos ciclos e conjuntos, nos bem documentados comentários realizados antes dos concertos.

MARIA  LUIZA CORKER-NOBRE
Considerada como uma das mais importantes pianistas brasileiras de sua geração e vencedora de 19 prêmios nacionais, Maria luiza Corker-Nobre começou seus estudos de piano aos 4 anos de idade, tendo sido orientada por Myriam Dauelsberg, no Rio de Janeiro. Graduou-se pela Escola de Música da UFRJ, onde é Mestre em Música e foi Professora Substituta. Com uma bolsa do DAAD, aperfeiçoou-se na Alemanha com Hans Leygraf, na Escola Superior de Música de Hannover e, depois, nos EUA fez master classes, na Universidade de Indiana, com o grande pianista Leon Fleischer. Foi solista das principais orquestras no Brasil e no exterior onde se apresentou com a Orchestre de la Suisse Romande, com a Philharmonique de Nice, com a Orquestra da Rádio Nacional de Buenos Aires, com a Orquestra del Gran Festival Ciudad de Mexico, Orchestre des Jeunes de Fribourg e com The Royal Philharmonic Orchestre de Londres, sendo ainda responsável pelas primeiras audições mundiais das obras de Marlos Nobre, com quem é casada. É Secretária Geral do Comitê Brasileiro de Música da UNESCO, seção brasileira  do Internacional  Music  Council of UNESCO; Diretora da ACRJ; membro do Conselho  Empresarial  de Cultura da ACRJ e da CODE-PIN – Comissão de Defesa da Propriedade Intelectual do Estado do RJ. Foi escolhida pela Revista Forbes e Gazeta mercantil como uma das três Mulheres Mais Influentes do Brasil na Cultura em 2007.

MARLOS NOBRE
Natural de Recife, o maestro e compositor Marlos Nobre foi saudado como o maior compositor vivo do Continente Ibero-americano na atualidade ao receber em 2006 o Premio Tomás Luis de Victoria em Madri. Na entrega do prêmio a crítica espanhola classificou sua música de enorme riqueza imaginativa e potente (El Mundo, junho, 2006), possuindo um magnetismo e uma força que a fazem irresistível (El Pais, junho, 2006). Detentor do Prêmio UNESCO da Música em 1974, desde o início de sua carreira foi saudado pela crítica como “uma estrela de intensa luminosidade a quem Villa-Lobos parece ter entregue o cetro da criação musical no Brasil” (Andrade Muricy, 1960). Autor de 240 obras até o presente, com 24 primeiros prêmios desde sua estréia em 1960, é sinônimo da música moderna brasileira em todo o mundo. Com 45 CDs gravados, suas obras são presenças constantes nos grandes festivais internacionais. Foi Presidente do Conselho Internacional de Música da UNESCO, da Academia Brasileira de Música, oficial da Ordem das Artes e Letras da França, oficial da Ordem do Mérito de Brasília e da Ordem do Rio Branco. Professor visitante de casino francais en ligne composição na Juilliard School, nas Universidades de Yale, Indiana (USA) e em La Habana e Caracas.



Esse texto foi publicado quarta-feira, novembro 19th, 2008 às 6:13 PM na seção Palestras. Você pode acompanhar todos os comentários através do feed RSS 2.0. Você também pode comentar, ou criar um link para cá em seu site.

5 comentários to “Palestrantes”

  1. Riene

    A QUEM POSSA INTERESSAR!Desde agosto de 2008, qundao falei publicamente no ar, pelo SBT do interior de Se3o Paulo, em meu programa Kajuru na c1rea, ou ente3o, para quem tem boa memf3ria, voltei a escrever em meu blog e twitter na primeira semana de dezembro de 2010 transparentemente sobre minha situae7e3o financeira, dedvidas pessoais e trbute1rias (publicando ate9 os nomes dos meus credores, conforme consta ate9 na faltima edie7e3o do livro), e que sf3 estava voltando a trabalhar em TV aberta aqui no Rio, exclusivamente porque ainda precisava de pagar minhas faltimas dedvidas e zerar minha vida.Escrevi tambe9m, que se vendesse meus 33% do fanico patrimf4nio (duas e1reas) em Goie1s, quitaria tudo, e ainda sobraria dinheiro para uma aposentadoria digna.Portanto, sempre foi o meu modo escancarado de assumir tudo que fiz, sem nunca ter escondido nada de ningue9m. Eram 16 credores, e hoje, grae7as e0 Deus, se3o apenas quatro que restam.Cansei de falar, no ar, e em entrevistas, que nunca votei, e que depois de ter sido tirado do ar em Rede Nacional a partir de 2006, passei a pagar meus impostos atrave9s de parcelamentos longos, ate9 porque, e9 meu direito de cidade3o.Minha vida mudou por um simples motivo: ate9 2004, na Band, recebia sale1rios de R$100mil a R$150mil/meas; depois, cheguei a viver de cabee7a erguida ganhandode R$4mil a R$10mil/meas.Por respeito ao Antf4nio Roque Citadini, encerro o assunto; tenho uma histf3ria de 35 anos de carreira, absolutamente conhecida em todo o Brasil. todos sabem como eu vivo, onde vivo, quem me paga, quais se3o os meus amigos e inimigos. Basta!

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