VI VIRTUOSI BRASIL: Atrações

Alessandro Borgomanero

Alessandro Borgomanero

ALESSANDRO BORGOMANERO (Violinista)

Nascido em Roma é Mestre pela Escola MOZARTEUM de Salzburg. Apresentou-se como solista frente a várias orquestras tais como, Câmara de Budapest, Salzburg Chamber Soloists, Philadelphia Virtuosi, London Mozart Players, Virtuosos de Salzburgo, Câmara de Berlim, Sinfônica de Salzburg, Bachiana Filarmônica e com a maioria das orquestras sinfônicas brasileiras.

Gravou programas para a rádio BBC de Edinburgo, NHK de Tóquio, a ORF de Salzburg e para a RAI Italiana. Participou em diversos festivais de música como Salzburg, Edimburgo, Mozart de Tóquio, e Campos do Jordão. Gravou vários CD’s pelos selos Kreuzberg Records (Alemanha), Nami Records (Japão) e Classic Sound (Áustria). É professor de violino na Universidade Federal de Goiás. Recebeu o título de “Comendador da Ordem do Mérito Anhanguera” como reconhecimento pelas suas realizações na área da música erudita em Goiás. É atualmente spalla da Orquestra Sinfônica de Brasília.

VI VIRTUOSI BRASIL: Atrações

Quinteto Brassil

Quinteto Brassil

QUINTETO BRASSIL

Com mais de 25 anos de existência o QUINTETO BRASSIL é formado por professores do Departamento de Música da UFPB e instrumentistas da OSPb. O grupo desenvolve um trabalho intenso realizando concertos e master classes nos centros musicais importantes do Brasil, Estados Unidos e Europa e dirige uma atenção especial à pesquisa de repertório da música brasileira para metais e percussão, compilando, editando e interpretando música folclórica, popular, erudita e obras originais contemporâneas.

Aliando técnica, clareza interpretativa e espontaneidade em suas apresentações, o grupo tem obtido o reconhecimento das mais exigentes platéias e da crítica especializada. Gravou para programas de rádio como a BBC de Londres e a WGBH de Boston e os CDs “Brassil Toca Brasil” – 1992 SP; “Brassil plays Brazil” – Nimbus Records/1995-England; “Brassileiros” – Nimbus Records/1997 England.

VI VIRTUOSI BRASIL: Atrações

CONJUNTO CARCOARCO

CONJUNTO CARCOARCO

CONJUNTO CARCOARCO

O Carcoarco valoriza instrumentos típicos da cultura popular brasileira, utilizando instrumentos artesanais, como rabecas e vasos de cerâmica, exemplos do alto grau artístico de artesãos brasileiros como Nelson da Rabeca, Zé Côco do Riachão e Rosa Morena.

Fusão de linguagens, onde o Choro tradicional é combinado com o maracatu, o xote, a marcha, o frevo, o baião. O grupo tem se apresentado em importantes eventos musicais, ao lado de grandes nomes da música erudita internacional e da música popular brasileira. Suas apresentações incluem: Festival ‘Choro de Paulista’, Festival Internacional ‘Ritmos da Terra’, TV Unicamp, SESC BRASIL – TV SENAC, ‘Balaio Brasil’ SESC SP, USP, UNESP, Universidade de Brasília, entre outras.

DP: Virtuosi Brasil Celebra Marlos Nobre

Santa Isabel // Maestro pernambucano ganha homenagens pelos 70 anos de vida e 50 de carreira
Michelle de Assumpção

Os setenta anos de vida do maestro Marlos Nobre e seus cinquenta de profissão estão sendo motivo de comemorações e homenagens no mundo inteiro. Não seria diferente no seu estado natal. A quinta edição do Virtuosi Brasil celebra o compositor pernambucano, considerado um dos mais importantes do país e da América Latina. O festival tem início hoje, e segue amanhã e sábado, no Teatro de Santa Isabel, às 21h. Entre vários títulos e premiações, Marlos Nobre ocupa a cadeira número 1 da Academia Brasileira de Música, sendo detentor do Prêmio Tomás Luis de Victoria, o segundo mais importante da música do mundo, conquistado em 2006, em Madri. A pianista Ana Lúcia Altino, produtora executiva do Virtuosi, diz que o festival não poderia deixar de aclamá-lo também, nessa ocasião.

“Desde jovem já foi considerado o substituto de Villa-Lobos, hoje então é muito importante para o mundo, quem dirá para Pernambuco. Terça-feira, quando recebeu a homenagem da Assembleia Legislativa, falou muito sobre como a base de sua música está nas raízes da tradição pernambucana. Tem todo nosso respeito e homenagens”, declarou a pianista. Marlos Nobre, na ocasião do seu discurso, ressaltou suas origens ao piano e mais uma vez reconheceu que a base do que o mundo inteiro classifica como sua genialidade, está em abraçar suas origens.

“Tive influências dos meus pais, músicos amadores, mas a prima Nysia Nobre foi minha mestra, ensinou-me a tocar piano# Recife é minha influência, quando saí daqui, já ganhava prêmios e decidi me aperfeiçoar. Minha música representa Pernambuco profundo, sem superficialidade”, declarou o maestro. Suas obras – para piano, para voz e para cordas – estarão no repertório dos concertistas do Virtuosi (ver programação no quadro anexo).

Programa – O pianista carioca Bernardo Scarambone é especialista na música de Marlos Nobre para piano. Doutor em Piano pela Universidade de Houston, professor da Alcorn University, Bernardo também sorteará no Virtuosi duas bolsas de estudo para a universidade onde leciona. Na segunda noite, o público pernambucano conhecerá a música vocal e a música de câmara de Marlos Nobre, através da cantora Ângela Barra, acompanhada do pianista Ricardo Ballestero. Ainda nesta noite serão apresentadas obras para instrumentos de cordas e piano com a participação dos irmãos Claudio e Marcelo Jaffé (violoncelista e violista, respectivamente) e a violinista argentina Betina Stegmann.

Claudio Jaffé participa do Virtuosi primeira vez. Nos Estados Unidos, onde mora, é regente em residência da Orquestra Jovem da Flórida. Ele se apresenta nas salas mais concorridas e importantes de concerto de música erudita do mundo. Marcelo Jaffé e Betina Stegmann são membros do Quarteto de Cordas da Cidade de São Paulo. A terceira e última noite do evento traz a Orquestra Jovem de Pernambuco, sob a direção do maestro Rafael Garcia, diretor artístico do Virtuosi, com vários solistas: a cantora Ângela Barra, o violoncelista Claudio Jaffé, além do próprio Marlos Nobre que executará ao piano o Concertino e o Concertante do Imaginário, ambas obras para piano e orquestra de cordas. Uma exposição retrospectiva dos 50 anos de carreira do compositor estará em cartaz, durante o Virtuosi, no hall do Santa Isabel.

Serviço

Virtuosi
Quando: Hoje, amanhã e sábado
Onde: Teatro de Santa Isabel
Quanto: R$20 (inteira), R$ 10(meia).
Camarotes: R$ 15 (inteira) e R$ 7,50 (meia)
Informações: 3232 2940 – 3363 0138

Fonte: Diário de Pernambuco

V Virtuosi Brasil

A quinta edição do VIRTUOSI BRASIL celebra o grande compositor pernambucano MARLOS NOBRE, um dos mais importantes compositores do país e da América Latina, comemorando 70 anos do seu nascimento e 50 de carreira artística. O festival se realizará nos dias 28, 29 e 30 de maio no Teatro de Santa Isabel, às 21 h.

Ao receber o Premio Tomás Luis de Victoria em Madri, Marlos Nobre foi saudado como o maior compositor vivo do Continente Ibero-americano da atualidade. Na entrega do prêmio a crítica espanhola classificou sua música de enorme riqueza imaginativa e potente, possuindo um magnetismo e uma força que a fazem irresistível. Detentor do Prêmio UNESCO da Música em 1974, foi saudado pela crítica como uma estrela de intensa luminosidade a quem Villa-Lobos parece ter entregue o cetro da criação musical no Brasil (Andrade Muricy, 1960). Foi Presidente do Conselho Internacional de Música da UNESCO, da Academia Brasileira de Música, oficial da Ordem das Artes e Letras da França, oficial da Ordem do Mérito de Brasília e da Ordem do Rio Branco.

Durante o V VIRTUOSI BRASIL serão realizados três concertos com a participação de artistas nacionais e internacionais no Teatro de Santa Isabel, cada concerto dedicado a um gênero de obra do compositor: piano, música vocal e de câmara e finalmente a obra para orquestra de cordas e solistas.

Para abrir o evento foi convidado o pianista carioca Bernardo Scarambone, um especialista na música do compositor para piano. Bernardo Scarambone é Doutor em Piano pela Universidade de Houston, professor da Alcorn University.

Na segunda noite o público pernambucano conhecerá a música vocal e a música de câmara. A cantora Ângela Barra acompanhada do pianista Ricardo Ballestero apresentará canções do compositor. Ângela Barra é Doutora em Música pela Indiana University e professora da Universidade Federal de Goiás. Ricardo Ballestero é professor do Departamento de Música da USP e doutor pela Universidade de Michigan. Ainda nesta noite serão apresentadas obras para instrumentos de cordas e piano com a participação dos irmãos Claudio e Marcelo Jaffé (violoncelista e violista respectivamente) e a violinista argentina Betina Stegmann.

Claudio Jaffé participa do VIRTUOSI pela primeira vez. Residindo nos Estados Unidos onde é regente em residência da Orquestra Jovem da Flórida, Claudio Jaffé tem se apresentado nas mais prestigiosas salas de concerto pelo mundo incluindo Weill Recital Hall, Town Hall, Merkin Concert Hall em Nova York; Kennedy Center, Teatro Colon, Sala Cecilia Meireles, Wigmore Hall, Suntory Hall, entre outras. Marcelo Jaffé e Betina Stegmann são membros do Quarteto de Cordas da Cidade de São Paulo.

A terceira e última noite do evento traz a Orquestra Jovem de Pernambuco sob a direção do Maestro Rafael Garcia tendo como solistas a cantora Ângela Barra, o violoncelista Claudio Jaffé e o pianista Marlos Nobre que executará o Concertino e o Concertante do Imaginário, ambas obras para piano e orquestra de cordas.

Durante a realização do festival uma exposição retrospectiva dos 50 anos de carreira do compositor estará à disposição do público no próprio Teatro de Santa Isabel.

Celebrar os 70 anos de vida do compositor pernambucano Marlos Nobre é certamente uma obrigação daqueles que fazem e amam a música brasileira. A obra de Marlos Nobre é uma das mais fortes e inventivas, inquietas e inquietantes da música contemporânea. Marcada por um vigor e até uma agressividade de impacto emocional às vezes à beira do insuportável, ela tem cheiro de agreste inóspito que fala com elementos bem brasileiros, ou especificamente nordestinos., de uma época conturbada.

O Projeto V VIRTUOSI BRASIL CELEBRA MARLOS NOBRE foi aprovado em seleção pública pelo Programa BNB de Cultura em 2009 e conta com o apoio do Governo do Estado de Pernambuco, da Prefeitura Municipal do Recife, da Rede Globo Nordeste, do Diario de Pernambuco e do Dorisol Recife Grand Hotel.

A trajetória do Virtuosi Brasil

Em junho de 2005 foi realizado o I VIRTUOSI BRASIL com a participação de artistas como o violonista Fábio Zanon, o violinista Daniel Guedes e o pianista Flávio Augusto juntamente com a Orquestra Jovem de Pernambuco sob a regência do Maestro Rafael Garcia. Durante o festival foi feito o lançamento em Recife do CD “Impressões Brasileiras” do violinista Daniel Guedes.

Já em 2006 o VIRTUOSI BRASIL trouxe a Recife os grupos Sujeito a Guincho, Quarteto de Cordas da Codade de São Paulo e o UAKTI. Na mesma ocasião através do projeto Circulação de Música da FUNARTE/Petrobras, o Virtuosi Brasil realizou concertos em Natal e João Pessoa com os mesmo grupos totalizando 9 concertos em 3 dias.

Em 2007 o III VIRTUOSI BRASIL comemorou os 100 anos de nascimento dos compositores Camargo Guarnieri e José Siqueira. Participaram do evento a Camerata Armorial que apresentou um Festival Beethoven, a cantora Adélia Issa com o pianista Ricardo Ballestero apresentando “Grandes Poetas, Grandes Canções”. Finalmente na terceira noite a Camerata Armorial além de apresentar obras dos compositores homenageados executou pela primeira vez no nordeste do país a obra Santos Futebol Music do compositor paulista Gilberto Mendes.

O IV VIRTUOSI BRASIL realizado em 2008 trouxe ao Brasil pela primeira vez a violinista Americana Elena Urioste, vencedora do Concurso Internacional de Sion, Suiça (2007). Considerada minoria por ser de etnia Mexicana/basca, Elena Urioste venceu diversos concursos realizados pela Sphinx, organização norte-americana que tem como missão aumentar a participação de negros e latinos nas escolas de música. Participou também do evento o Quinteto Brassil.

Virtuosi Brasil: Marlos Nobre

Nasceu em Recife em 1939, formou-se em composição musical no Instituto Torcuato Di Tella em Buenos Aires com os grandes mestres Alberto Ginastera (Argentina), Olivier Messiaen (França), Ricardo Malipiero e Luigi Dallapiccola (Itália). Vencedor de 25 prêmios internacionais de composição musical, destacando-se o Prêmio UNESCO em 1974 e recentemente o Premio Tomás Luis de Victoria 2006, como o maior compositor contemporâneo da Iberoamérica.

Escreveu 240 obras até o presente, gravadas e difundidas mundialmente pelas grandes orquestras mundiais, como a Orchestre de la Suisse Romande, a Royal Philharmonic de Londres, a Orchestre de Paris, a Orquestra da Ópera de Nice. Sua obra está gravada atualmente em 57 CDs lançados em todo o mundo. Foi Diretor Musical da Radio MEC, Rio de Janeiro; Diretor do programa “Concertos para a Juventude” na Rede Globo; 1º Diretor do Instituto Nacional de Música da FUNARTE no qual lançou o programa Espiral de Ensino de Cordas a jovens carentes em convênio com o SESI em todo Nordeste do Brasil; o programa de Revitalização de Bandas em todo o Brasil; o programa de apôio aos jovens instrumentistas brasileiros; os Concursos Nacionais de Corais Universitários; de Bandas de Música; de Jovens Solistas; organizou os Concursos Nacionais de Jovens Compositores na FUNARTE. Foi eleito por aclamação, em 1985, Presidente do Conselho Internacional de Música da UNESCO e organizou em Brasília em 1987 o Dia Mundial da Música. É Oficial da Ordem das Letras e Artes da França; Oficial da Ordem Rio Branco; Grande Oficial da Ordem do Mérito de Brasília; professor convidado das Universidades de Yale, Juilliard School, Indiana, Texas nos Estados Unidos, Conservatório Real de Bruxelas na Bélgica, GAUDEAMUS na Holanda, tendo recebido as mais altas láureas concedidas pelas Universidade de Indiana, Texas e da Universidade de Arte de La Habana, em Cuba.

É membro de honra do Concurso Rubinstein em Israel, do Concurso Santander na Espanha e do Comitê das Artes Olímpicas em Paris, do Concurso Internacional Santander da Espanha e do Concurso Alberto Ginastera na Suíça. A crítica e musicólogos internacionais são unânimes ao considerarem Marlos Nobre como a legítima expressão da música contemporânea do Brasil. Entre suas obras destacam-se: Divertimento, Concerto Breve e Concertante do Imaginário (para piano e orquestra); Convergências, Mosaico, In Memoriam, Passacaglia e Kabbalah (para orquestra); IVº Ciclo Nordestino, Sonata Breve, Sonatina e Sonata sobre tema de Bartok (para piano); Yanomani (para coro e violão); Cantata do Chimborazo (para coro, solistas e orquestra); Ukrinmakrinkrin, O Canto Multiplicado, Canto a Garcia Lorca (para voz e instrumentos); Biosfera e Concerto para Cordas II (para orquestra de cordas); Momentos I a IV e Reminiscências para violão), a série de 40 Desafios para as mais diversas combinações instrumentais; o Trio para piano, violino e cello, o Quarteto de Cordas nº 1, o Quinteto de Sopros e suas recentes peças “Amazônia Ignota” para 4 flautas, percussão e piano e “Mandala” para violino clarinete e piano. Recebeu mais de 40 encomendas das mais importantes instituições culturais e musicais de todo o mundo.

Virtuosi Brasil: Artistas Convidados

ÂNGELA BARRA | soprano

Natural de Goiânia é Doutora em Música pela Indiana University. Detentora de vários prêmios em concursos nacional e internacional, atua como solista e recitalista. Apresentou-se sob a regência dos maestros Guarnieri, Santoro, Bocchino, Morozowicz, Escobar, Junker, Harrington, Tellez, dentre outros. Compositores importantes lhe dedicaram canções, entre eles Guarnieri, Escobar, Márquez, Cupertino, Almeida Prado, Veiga Jardim, Montecino, John Corigliano. No teatro lírico atuou em óperas de Puccini, Tchaikovsky, Corigliano, Barber. Ministrou aulas nos festivais de Brasília, Londrina, Tatuí e Vale Vêneto e Master Classes em Santa Maria, Cuiabá, Campo Grande, Salvador, Fortaleza, Uberlândia, dentre outras. Ângela Barra é professora da Escola de Música e Artes Cênicas da Universidade Federal de Goiás.

BERNARDO SCARAMBONE | piano

Com mais de 14 anos de experiência lecionando e uma carreira extensa em recitais nos Estados Unidos, Brasil, França, Espanha, Portugal e República da Georgia, o carioca Bernardo Scarambone é Mestre pela Indiana University e Doutor pela University of Houston. Dedicado especialmente à música contemporânea detem 13 premios em concursos nacionais e internacionais de música. Seu envolvimento com a obra do compositor Marlos Nobre começou ainda no Brasil. Com a tese de Doutorado sobre a obra para piano do compositor, dois artigos sobre sua música, além de estrear mundialmente a Sonatina Op. 66 para piano, Scarambone vem se firmando como especialista do repertório pianístico de Nobre. Professor da Alcorn University, EU, criou um concurso de piano e tem apresentado o resultado de suas pesquisas em conferências e jornais especializados.

BETINA STEGMANN | violino

Nasceu em Buenos Aires e iniciou seus estudos de violino em São Paulo. Diplomou-se pela Escola Superior de Música de Colônia onde estudou com Igor Ozim. Seguiu logo após para Tel Aviv – Israel e aperfeiçoou-se com Chaim Taub. Como recitalista e solista apresentou-se em várias cidades do Brasil, Argentina, Itália, Alemanha, Estados Unidos e Bélgica. Realizou gravações nas rádios WDR (Alemanha) e na RAI – Trieste (Itália) estreando entre outras, obras de compositores contemporâneos. Integrante do Quinteto D’Elas com quem ganhou em 1998 o Prêmio Carlos Gomes na categoria de música de câmara, é spalla da Orquestra de Câmara Villa-Lobos, professora de violino na Universidade Cantareira e membro do Quarteto de Cordas da Cidade de São Paulo.

CLAUDIO JAFFÉ | cello

Como recitalista e camerista, Jaffé tem se apresentado nas mais prestigiosas salas de concerto pelo mundo incluindo Weill Recital Hall, Town Hall, Merkin Concert Hall em Nova York; Kennedy Center, Teatro Colon, Sala Cecilia Meireles, Wigmore Hall, Suntory Hall, entre outras. Seu “debut” como solista foi aos 11 anos executando o concerto de Radames Gnattali, escrito especialmente para ele. Vencedor do Concurso de Violoncelo Villa-Lobos, Jaffé tem se apresentado como solista de orquestras como Calgary, Slovak, e no Brasil com as orquestras do Rio, São Paulo, Paraíba e Goiânia. Criou e dirige o programa de cordas na Saint Andrew School em Boca Raton, Flórida e tem sido regente em residência na Orquestra Jovem da Flórida por 14 anos.

MARCELO JAFFÉ | viola

Aos seis anos de idade, orientado por seu pai, Alberto Jaffé, inicia o estudo de violino. Em 1977, aos 14 anos, passa a tocar viola, ganhando, no mesmo ano, o 1º Prêmio no Concurso Nacional da Universidade de Brasília. Após aperfeiçoamento na Universidade de Illinois e no Centro de Música de Tanglewood, nos Estados Unidos, apresenta-se em vários países, participando de destacados conjuntos camerísticos e orquestrais. Atuou como Maestro da Kamerata Philarmonia e foi Diretor Artístico da Orquestra Jazz Sinfônica do Estado de São Paulo. Atualmente, residindo em São Paulo, é professor de viola da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (Departamento de Música), apresentador da Radio Cultura e membro do Quarteto de Cordas da Cidade de São Paulo.

ORQUESTRA JOVEM DE PERNAMBUCO

Criada em 1986 foi reativada em 2005 durante a realização do projeto A Fábrica de Música pelo Maestro Rafael Garcia. Durante o ano de 2005 a OJOPE realizou mais de 40 concertos através do SESC-PE, do FUNCULTURA e do Sistema de Incentivo da Prefeitura Municipal de Recife. Participou do VIRTUOSI BRASIL realizado em 2005 no Teatro de Santa Isabel assim como do projeto VIRTUOSI NA SERRA realizado durante o XV e XVI Festivais de Inverno de Garanhuns sendo destaque da programação de 2006. Ainda este ano realizou 15 concertos através do programa Petrobras cultural com o apoio do SESI-PE e SEDUC. Não resta dúvida que a orquestra apesar de tão jovem é destaque no cenário musical pernambucano.

RICARDO BALLESTERO | piano

Pianista e professor de repertório vocal do Departamento de Música da USP fez mestrado na Westminster Choir College. Doutor em Acompanhamento e Música de câmara pela University of Michigan, apresenta-se com freqüência em recitais, tendo colaborado com os cantores Josepha Gayer, Luretta Bybee, Nicholas Phan, e com o famoso violoncelista dinamarques Erling Blondal-Bengtsson. Tem atuado regularmente em Nova York, Filadélfia, Detroit, Boulder, Denver, Princeton, Ann Arbor, São Paulo e Brasília. Atuou como pianista acompanhador em aulas ministradas por Shirley Verrett, Lorna Haywood, Zehava Gal, Paul Kantor e Stuart Sankey. Participou também como acompanhador de master-classes dirigidas por Grace Bumbry e János Starker. Foi professor visitante na Universidade do Colorado. Foi pianista/co-repetidor do Studio da Houston Grand Opera.

Virtuosi Brasil: Programação

28 | 05 A MÚSICA PARA PIANO

Nazarethiana Op. 2, 1960

1º Ciclo Nordestino, Opus 5 1960

Homenagem a Arthur Rubinstein, Op 40 1973

4º Ciclo Nordestino, Op 43 1977

II

Sonata Breve Op.21 1966/2000

Tango Op 61 1984

Sonatina Op. 66 1984/2003 (dedicada a Nelson Freire)

Frevo nº2 (dedicado a Ariano Suassuna)

BERNARDO SCARAMBONE, piano

29 | 05 A MÚSICA VOCAL & A MÚSICA DE CÂMARA

Três Trovas opus 6 – 1961 (Texto de Adhelmar Tavares)

Beiramar opus 21 1966 (Texto de Marlos Nobre baseado no folclore da Bahia)

Três Canções opus 9 1962 (Textos de: Ascenço Ferreira (n° 1) e Manuel Bandeira (n° 2 & n° 3)

Dengues da Mulata Desinteressada opus 20 1966 (Texto de Ribeiro Couto)

Poema V (Raio de Luz) opus 94 n°5 2002 (Texto de Marlos Nobre)

Modinha opus 23a 1966 (Texto de Marcos Konder Reis)

ÂNGELA BARRA, soprano

RICARDO BALLESTERO, piano

II

Cantoria I para cello solo

Partita Latina para cello e piano

CLAUDIO JAFFÉ, cello

RICARDO BALESTERO, piano

Trio para piano, violino e viola Op. 4

BETINA STEGMANN, violino

MARCELO JAFFÉ, viola

BERNARDO SCARAMBONE, piano

30 | 05 A MÚSICA PARA ORQUESTRA DE CÂMARA & SOLISTA

O Canto Multiplicado para voz e orquestra Op.38a

Texto de Carlos Drummond de Andrade

ÂNGELA BARRA, soprano

Concertino para piano e cordas Op. 1 (1959)

Menção Honrosa no I Concurso Nacional de Composição “Música e Músicos do Brasil” – Rádio MEC

MARLOS NOBRE, piano

II

Poema IIIa para violoncelo e cordas Op.94 nº 3a

Primeira audição mundial

CLAUDIO JAFFÉ, cello

Concertante do Imaginário para piano e cordas Op. 74

Encomenda da Sala Cecilia Meireles – Rio de Janeiro 1989

MARLOS NOBRE, piano