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	<title>Virtuosi &#187; entrevista</title>
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		<title>Entrevista: Ana Lúcia Altino</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Jun 2009 14:30:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nunca tantos nomes importantes da história da música de concerto fizeram parte do mesmo evento em Gravatá, cidade do interior de Pernambuco, a duas horas da capital. De 07 a 12 de julho, o I Festival Virtuosi de Gravatá apresentará performances memoráveis com gênios eruditos. Na programação, estão nomes como o do maestro e pianista [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.virtuosi.com.br/wp-content/uploads/2009/06/anaaltino.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-295" title="anaaltino" src="http://www.virtuosi.com.br/wp-content/uploads/2009/06/anaaltino.jpg" alt="anaaltino" width="510" height="400" /></a></p>
<p>Nunca tantos nomes importantes da história da música de concerto fizeram parte do mesmo evento em Gravatá, cidade do interior de Pernambuco, a duas horas da capital. De 07 a 12 de julho, o I Festival Virtuosi de Gravatá apresentará performances memoráveis com gênios eruditos.</p>
<p>Na programação, estão nomes como o do maestro e pianista João Carlos Martins, o violoncelista Antônio Meneses, o flautista Rogério Wolf, o maestro chileno Rafael Garcia, o contrabaixista Catalin Rotaru e o pianista Victor Asuncion, entre vários outros. O evento é gratuito, com patrocínio da Prefeitura de Gravatá, e será realizado na Igreja Matriz de Sant&#8217;Ana, ponto turístico da cidade.</p>
<p>A BR Press entrevistou com exclusividade Ana Lúcia Altino, a produtora do I Festival de Gravatá. Pianista e casada com o maestro chileno Rafael Garcia, Ana é a maior responsável por divulgar e desenvolver a cultura da música de concerto em Pernambuco. A seguir, ela conta as motivações que a levaram a produzir este evento e seus pensamentos para o futuro da música de concerto no Brasil.</p>
<p><strong>Por que a escolha de Gravatá?</strong></p>
<p><strong>Ana Lúcia Altino</strong> &#8211; Gravatá é uma cidade que tem todas as características de Campos do Jordão (SP) nos anos 70, quando ali se iniciou o Festival de Inverno. Clima de montanha associado a uma arquitetura típica de chalés alpinos faz de Gravatá uma cidade para descanso e turismo. É um ambiente propício para realização de um grande festival de música clássica. Há anos que alimentamos essa idéia de realizar um Virtuosi em Gravatá, mas só agora encontramos eco na sensibilidade do prefeito Osano Brito. Vamos começar com um festival de 6 dias e 7 concertos com um grupo de artistas muito relevante.</p>
<p><strong>Como convenceram João Carlos Martins a tocar tanto piano no evento?</strong></p>
<p><strong>Ana Lúcia Altino</strong> &#8211; Não foi necessário convencer João Carlos. A programação do concerto dele foi feita por ele. É claro que pedimos que ele tocasse alguma coisa no piano. Então, ele vai tocar toda a segunda parte. São músicas lentas que certamente vão emocionar o público. João Carlos Martins é nosso amigo há muitos anos. Ele aceitou nosso convite na hora, sem problemas.</p>
<p><strong>Qual sua inspiração e motivação ao criar um festival deste nível no interior do estado?</strong></p>
<p><strong>Ana Lúcia Altino</strong> &#8211; Levar o melhor da música clássica para todos. Esta foi sempre a nossa motivação. Se fosse possível realizaríamos um festival deste nível em todas as regiões do Estado. Quanto mais, melhor. O fato de se democratizar o acesso ao bem cultural não deve permitir que esse bem seja mostrado de qualquer forma. Se a idéia é formar platéia, permitir que um número de pessoas tenha acesso à música erudita, é importante que se faça da melhor maneira possível, com qualidade. Esse primeiro contato do leigo com a arte tem que ser significativo, tem que sensibilizar cada um para que ele goste e queira mais. Somente o verdadeiro artista consegue fazer isso.</p>
<p><strong>Como você vê o futuro da música de concerto em Pernambuco e no Brasil?</strong></p>
<p><strong>Ana Lúcia Altino</strong> &#8211; Desde que se renovou a Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo, na época do maestro John Neschling, agora com maestro Tortelier, que a Osesp vem sendo inspiração para que outras orquestras se aperfeiçoem, contratem novos músicos, enriqueçam as suas programações. Isso se refere principalmente aos estados como Rio, São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e até a região Centro-Oeste tem também se desenvolvido. Com relação ao nordeste eu diria que estamos em outro patamar. Continuamos marcando passo lentamente e a música de concerto continua com muito pouco espaço.</p>
<p><em>Publicado originalmente na BRPress</em></p>
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		<title>Entrevista com Christian Lindberg</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Dec 2008 14:38:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<description><![CDATA[O trombonista Christian Lindberg, considerado um dos melhores instrumentistas 
do mundo, fala sobre a emoção de tocar no Recife]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">Por Josias Monteiro</p>
<p>Christian Lindberg, além de ser o mais conhecido solista do mundo no trombone, é também professor, regente e compositor. Além disso tudo, ele verdadeiramente atua no palco, interpretando suas extravagantes composições e estreando diversas obras no mundo todo. Recentemente, Lindberg foi eleito pelos principais editores de música clássica da Europa como um dos maiores instrumentistas do século XX, ao lado de nomes como Milles Davis e Louis Armostrong.</p>
<p>Lindberg se apresenta pela segunda vez no Recife, no Festival Virtuosi. Ano passado ele interpretou o “Concerto da Motocicleta”, que imita todos os sons da moto no trombone, no palco do Teatro de Santa Isabel. Neste ano, ele toca a “Kundraan”, peça de sua autoria, inédita no Brasil, composta enquanto ele esteve no Recife. Lindberg se apresenta no dia 17 de dezembro, no Festival Virtuosi, e ministra uma concorrida Master Class para mais de 100 inscritos na Livraria Cultura, no dia 19 de dezembro.<br />
<strong></strong></p>
<p><strong>Lindberg, qual a importância das suas performances teatrais nos concertos?</strong><br />
A música e o teatro sempre tiveram uma ligação, e desde muito jovem eu tenho um interesse especial pelo teatro. Eu acredito que, nas performances, o mais importante é fazer as pessoas se comoverem e sentirem vivas &#8211; a combinação de musica e teatro é particularmente poderosa.</p>
<p><strong>O que diferencia um artista especializado, que se atem a ser somente solista, ou solista e professor, e um artista múltiplo como você, que rege, compõe, toca e ensina?</strong><br />
Quanto melhor você for como compositor, melhor você se tornará regente, e melhor você será solista. Estes três assuntos são interligados e, enquanto você tiver energia e tempo, melhor músico você será. Ainda mais se puder ser, como antigamente, tanto um instrumentista, como um regente e compositor.</p>
<p><strong>A música tem elementos que se relacionam ao intelecto, às emoções e à espiritualidade, qual deles sua música toca mais forte?</strong><br />
Todos os três elementos são uma combinação e têm que ter um balanço perfeito. Entretanto, se deve recordar que a música é parte de um mundo completamente diferente e abstrato, então emoções e espiritualidade podem ser o mais importante. Porém, sem a mente intelectual você se tornaria um artista muito superficial.<br />
<strong><br />
Como funciona a dinâmica da sua Master Class?<br />
</strong>A pergunta estará completamente aberta a todos, e quando houver apenas alguns músicos que podem ser selecionados para tocar, a coisa importante é o ouvinte prestar atenção e aprender. Esta é a maneira ideal de comunicar o conhecimento em pouco tempo.</p>
<p><strong>Lindberg, você já tocou algumas vezes no Brasil. Alguma diferença distingue o público brasileiro do público europeu?<br />
</strong>Eu amo a audiência brasileira por ser tão viva e ter tanto poder emocional. É como uma festa cada concerto!</p>
<p><strong>Como foi tocar o ano passado no Recife uma obra como o “Concerto para Motocicleta”?<br />
</strong>Eu achei muito divertido! Foi uma ótima orquestra e a audiência estava interessada, eles não eram muito conservadores.</p>
<p><strong>Você já estreou 200 obras de compositores os mais diversos. Como é a sensação de apresentar uma obra nunca antes tocada?<br />
</strong>É muito, muito emocionante, como um passeio em uma floresta que onde ninguém já esteve. Você não tem idéia nenhuma de como a audiência irá responder e igualmente nenhuma idéia do impacto que a peça terá em 40 ou 50 anos. Por exemplo, eu nunca poderia imaginar na estréia do “Concerto para motocicleta” que eu iria tocá-la mais de 650 vezes em todo o mundo!!!</p>
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