CLIPPING: Jornal do Commercio (24/05/2010)

Virtuosi entusiasma fãs da música erudita

Marina Andrade
José Teles

A segunda noite do VI Virtuosi Brasil, no Centro Cultural Correios, ficou marcada pelo peso dos metais do Quinteto Brassil e Percussão. Formado por Ayrton Benck e Gláucio Fonseca nos trompetes, Cisneiro Andrade na trompa, Radegundis Feitosa no trombone, Valmir Vieira na tuba e Glauco Andrezza na percussão, o grupo de músicos da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) e da Orquestra Sinfônica da Paraíba (OSPB) veio mostrar uma apresentação diversificada, passeando não só por música erudita, mas também por compositores populares nordestinos, resultado de pesquisas de repertório da música brasileira para metais e percussões.

“Há 30 anos, não existia partitura para quintetos de metais. Hoje nós temos um repertório único, que traz muitas composições de autores pernambucanos, como o maestro Duda, Dimas Sedícias, Flávio Lima”, explica Ayrton. Com pouco mais de uma hora de duração, o concerto teve início com Aquarela do Brasil, de Ary Barroso, com arranjos do maestro Duda.

Entre peças de Bach, Beethoven e Villa-Lobos, o Quinteto Brassil apresentou a peça Música para uma avenida, do compositor paulista Djalma Melin, que busca descrever tudo o que ocorre na Avenida Paulista, não só levando em conta o barulho diurno da metrópole, mas também a agitação cultural noturna. A certa altura da noite, a potência de metais foi tanta que assustou um bebê, fazendo-o cair no choro no colo da mãe. Mas o susto não foi por falta de avisos, já que, logo no início da apresentação, os instrumentistas informaram que não iam economizar no som.

De volta a Pernambuco, o grupo apresentou o Concertino para trompete, escrito pelo maestro Duda há cerca de 20 anos e considerada pelo grupo uma obra-prima. Parece que o público concordou, já que explodiu em aplausos logo após o primeiro movimento, sem esperar pelos dois seguintes. Summertime, composição de George Gershwin, também foi destaque na noite, que ainda contou com a peça Suíte, de Dimas Sedícias, e a seleção Gonzaguiando, também arranjada pelo maestro Duda, para quem o grupo rendeu elogios durante todo o concerto, que foi encerrado ao som de frevo.

Para a estudante de música Maria Eduarda Ramos, que saiu satisfeita do Centro Cultural dos Correios, a oportunidade de assistir a três dias de concertos gratuitos é maravilhosa. O Quinteto Brassil e Percussão se apresenta no próximo domingo, na Igreja da Sé, em Olinda, às 17h, dentro da programação do Circuito das Igrejas.

ESTREIA

Sexta-feira, em plena hora do happy hour, um salão lotado por pessoas que foram assistir a um concerto de música erudita. Trocar a cerveja e a música popular por Bach ou Bela Bartok? Isto aconteceu na estreia do VI Virtuosi Brasil. O evento foi aberto com a Orquestra Jovem de Pernambuco (Ojope), que vem aperfeiçoando cada vez mais sua performance, pelos ensaios e apresentações frequentes, o que não é muito comum para uma orquestra do gênero em Pernambuco.

O maestro chileno Rafael Garcia, produtor do evento, e regente da Ojope, é também, ele próprio um espetáculo à parte, com seu sotaque carregado e as constantes queixas ao pouco caso que se tem no Recife pela música erudita, e das dificuldades que se carregam para realizar eventos como o Virtuosi. O salão tem boa acústica, isto é constatado na primeira peça da noite, o Concerto em sol de Brandemburgo nº3 em sol maior, de Bach, uma das composições mais conhecidas do gênio alemão. Executada pela orquestra com competência, e aplaudida de pé.

O solista convidado da noite foi o violinista Alessandro Borgomanero, spalla da sinfônica de Brasília, com um extenso currículo no Brasil e no exterior. Borgomanero ratificou o seu talento, primeiramente no Concerto em ré menor para violino e orquestra, de Mendelssohn, composição que poucas vezes frequenta repertório de concertos, pela execução difícil, que exige exatidão e emoção do solista. Já nas Danças romenas, com arranjos de cordas de Arthur Wilner, que o húngaro Bela Bartok compôs inspirado em temas folclóricos, animou mais a plateia, não se deve esquecer que muita gente veio direto do trabalho para o concerto.

Na Dança cigana de Sarasate, Alessandro Borgomanero entusiasmou, executando a peça com maestria. Impressionante a rapidez que alcançou nos solos. Não fazia demonstração de malabarismo, mas cumpria à risca o que a composição exigia. Pena que, acostumados a espetáculos que nunca começam na hora, várias pessoas chegaram no final do concerto. O Virtuosi Brasil, em sua sexta edição, terminou ontem com a apresentação do grupo paulista (de Campinas) Carcoarco.

CLIPPING: Diario de Pernambuco (21/05/2010)

Popular e erudito em concerto

(Carolina Santos)

Música erudita não deve ser encarada como bicho-papão. Pode ser bela, vibrante, emocionar de fato. A popularização desse tipo de música é uma das bandeiras do festival Virtuosi Brasil, que chega neste ano à sua sexta edição, com apresentações hoje, amanhã e domingo.

A principal mudança é o endereço: o festival, patrocinado pelo governo de Pernambuco e Correios, deixa o Teatro Santa Isabel e passa a ocupar uma sala com espaço para 300 pessoas no Centro Cultural dos Correios, no Bairro do Recife. A entrada é gratuita, mas é preciso pegar o ingresso na bilheteria com uma hora de antecedência.

Hoje, o Virtuosi recebe a Orquestra Jovem de Pernambuco para um repertório romântico, com a participação do violinista Alessandro Borgomanero (foto), atual spalla (principal violinista) da Orquestra Sinfônica de Brasília. A abertura é com o Concerto de Brandemburgo em sol maior, de Bach. “É uma peça difícil, que exige muito das violas, celos e violinos”, comenta o maestro Rafael Garcia, responsável pela orquestra, que reúne jovens de baixa renda, e pelo festival Virtuosi.

Burgomanero, que estudou música na Itália e na Alemanha, vai participar no Concerto em ré menor para violino, de Mendelssohn, e nas Árias ciganas, do compositor espanhol Pablo Sarasate. “São duas peças altamente românticas e brilhantes. Têm melodias muito bonitas e acessíveis. A peça de Sarasate, por exemplo, faz com que o violino imite a música tradicional cigana”, explica Burgomanero. Além da beleza sonora, as peças de Mendelsshon têm movimentos bastante rápidos, vibrantes, capazes de empolgar o público. “É uma obra que exige virtuosismo”, resume o violinista.

No sábado, é a vez do Quinteto Brassil e Percussão, formado por professores da Universidade Federal da Paraíba (UFPB). Com 20 anos ininterruptos de atividade, o grupo é composto por instrumentos de metal (dois trompetes, tuba, trombone e trompa) e percussão brasileira. O repertório traz composições de Villa-Lobos (Bachiannas número 5), Ary Barroso (Aquarela do Brasil) e Luiz Gonzaga. O último dia dofestival conta com a participação de um grupo bem interessante, o Carcoarco, de Campinas (SP). Para tocar composições folclóricas e populares, eles usam instrumentos confeccionados pelos próprios músicos, como rabecas e vasos de cerâmica. Além dos concertos às 19h, hoje e amanhã o público também pode conferir ensaios abertos, sempre às 16h. Mais informações: www.virtuosi.com e 3363-0138.

CLIPPING: Jornal do Commercio (21/05/2010)

Virtuosi Brasil em novo endereço

José Teles

Quando chegou ao Recife, em 1970, o maestro chileno Rafael Garcia lembra que a recém-inaugurada TV Universitária estava programa para ser um centro mundial de boa música: “Hoje a gente produz um evento como o Virtuosi com muito suor e lágrimas”, compara, com sua exacerbação bem conhecida. O Virtuosi é literalmente um evento plural. Tem o Virtuosi na Serra (durante o Festival de Inverno em Garanhuns), o Virtuosi Gravatá, o Virtuosi Internacional (no Recife e em Olinda) e o Virtuosi Brasil, que acontece de hoje até domingo, este ano no Centro Cultural dos Correios, (no Bairro do Recife), com entrada gratuita.

“O Virtuosi Internacional é conhecido até no exterior, mas o Virtuosi Brasil leva tanta gente quanto ele aos concertos, penso que pelo repertório que atrai os jovens”, comenta o maestro.

Pela primeira vez o Virtuosi Brasil não será realizado no Teatro de Santa Isabel. “Ganhamos uma seleção pública do Centro Cultural dos Correios, e este ano o festival acontece lá. Mas só tenho a agradecer à diretoria do Santa Isabel, que sempre nos deu toda atenção. Agora o local dos concertos este ano tem uma acústica maravilhosa, um salão que cabe umas 400 pessoas, muito bom mesmo”, continua Garcia, que apesar das dificuldades nos patrocínios tem trazido a cada ano grandes solistas para o Virtuosi.

Hoje, um desses solistas é o convidado da Orquestra Jovem de Pernambuco, regida pelo próprio Rafael Garcia. É o violinista Alessandro Borgomanero, spalla da Orquestra Sinfônica de Brasília, mestre pela Escola Mozarteum de Salzburg. No repertório do concerto estão as peças Concerto de Brandemburgo de Bach, o Concerto em Ré Menor Para Violino e Orquestra de Mendelssohn, as Danças Romenas de Bela Bartok e as Árias Ciganas de Sarasate.

O maestro chama especial atenção para a peça de Mendelssohn. “Ele foi composto para orquestra de câmera, e é de execução difícil. Mas ficou muito bom a com a nossa orquestra, que é a única de Pernambuco que ensaia o ano inteiro e apenas para eventos. Também é a única que traz solistas internacionais”, elogia o maestro. “Muitos solistas vêm pelo prazer de tocar no Virtuosi, diminuem o cachê, porque se você quer trazer um nome como Nelson Freire, o patrocinador acha que o cachê que ele cobra é alto. A música popular é o que mais se divulga. Até nas festividades religiosas os artistas populares têm palco. Acho que está em dissonância com o tempo, a maioria é caça-níquel. Com um cachê bem menor do que se paga a alguns destes artistas você contrata um grande mestre. Mas não me cabe dizer quem deve ou não ser contratado”, comenta Rafael Garcia.

ATRAÇÕES

A Orquestra Jovem de Pernambuco, que abre a série de concertos do VI Virtuosi Brasil, foi criada em 1986, passou alguns anos desativada e voltou á cena em 2005, para o projeto A Fábrica de Música, promovido pelo Maestro Rafael Garcia. Formada por músicos bastante jovens, a Ojope é hoje a orquestra mais atuante do Estado. Participou de vários concertos pelo País, em 2008, pelo programa Petrobras Cultural e levou música erudita a dez cidades pernambucanas.

O solista Alessandro Borgomanero, tem um currículo invejável, professor da Universidade Federal de Goiás, já apresentou ao redor do mundo. Como solista, tocou em diversas orquestras, entre as quais, a de Budapeste, a Salzburg Chamber Soloists, Philadelphia Virtuosi, London Mozart Players, com os Virtuosos e a Sinfônica de Salzburgo, Bachiana Filarmônica e com a maioria das orquestras sinfônicas brasileiras. Borgomanero tem discos lançados pelos selos Kreuzberg Records (Alemanha), Nami Records (Japão) e Classic Sound (Áustria).

Formado por professores do Departamento de Música da UFPB e da Orquestra Sinfônica da Paraíba, o Quinteto Brassil existe há mais de 25 anos e desenvolve um original trabalho com música brasileira, folclórica e erudita, com apresentações nos principais centros musicais do Brasil e no exterior. Realizou, com diversos concertos realizados nos EUA e países da Europa. Seu discos têm recebido críticas elogiosas nas publicações especializadas, nacionais e estrangeiras. O quinteto já gravou programas na BBC de Londres e na WGBH, de Boston. Tem os CDs Brassil toca Brasil (1992), lançado na Inglaterra como Brassil plays Brazil, pela Nimbus Records (1995). Pelo mesmo selo lançou, em 1997, o disco Brassileiros.

O grupo paulista Carcoarco estreita ainda os laços entre o popular e o erudito com um trabalho baseado na obra do músico e pesquisador José Eduardo Gramani (1944-1998). “Acho que o músico que faz bem o erudito, faz muito bem o popular. E o Carcoarco, não faz apenas música, mas constrói também instrumentos. Em sua apresentação o grupo faz uma fusão de ritmos brasileiros, indo do baião ao frevo, e o chorinho, com roupagem de música de câmara tradicional, uma inteligente união da rabeca com o violino”, diz Rafael Garcia.

CLIPPING: Folha de Pernambuco (21/05/2010)

Espaço para música erudita

O Virtuosi virou, praticamente, uma “grife” quando se trata de pensar a difusão e divulgação da música erudita pelas terras pernambucanas. Começando primeiro pelo festival homônimo, posteriormente surgiam derivações como o Virtuosi na Serra, durante o Festival de Inverno de Garanhuns, e Virtuosi Brasil, cuja 6ª edição acontece durante todo o fim de semana, com início hoje e patrocínio do Centro Cultural Correios.

Quem abre o evento é a Orquestra Jovem de Pernambuco, que tem como convidado o spalla (primeiro violinista) da Orquestra Sinfônica de Brasília, Alessandro Borgomanero. No programa, estão previstos o Concerto de Brandemburgo de Bach, o Concerto em Ré Menor Para Violino e Orquestra de Mendelssohn, as Danças Romenas de Bela Bartok e as Árias Ciganas de Sarasate. Amanhã, a atração é o Quinteto Brassil, de João Pessoa, que dá atenção ao repertório brasileiro, com ênfase nos metais e percussão. Já no domingo, é a vez do Carcoarco, de Campinas, que valoriza instrumentos da cultura popular brasileira, trazendo a fusão da “erudita” família do violino com a popular rabeca, ambos combinados com percussão.

CLIPPING: JC OnLine (21/05/2010)

Virtuosi consolida espaço para a música de concerto

A idéia era tornar a música de concerto brasileira, numa mesclagem entre erudito e popular, acessível a uma platéia carente de eventos do tipo na cidade. A vontade se tornou realidade e o projeto conseguiu seu lugar levando gratuitamente ao público audições de qualidade. Assim, o Virtuosi Brasil chega ao seu sexto ano de existência. A edição 2010 acontece desta sexta a domingo (23) no Centro Cultural Correios.

O maestro Rafael Garcia, idealizador do evento, abre a programação regendo Orquestra Jovem de Pernambuco na execução de repertório baseado em obras de Luiz Gonzaga, Pixinguinha, Ary Barroso e Villa-Lobos, entre outros.

A programação apresenta ainda como convidados o violinista Alessandro Borgomanero (atual spalla da Orquestra Sinfônica de Brasília), o paraibano Quinteto Brassil e Percussão (dedicado à pesquisa de composições brasileiras para metais e percussão) e o Grupo Carcoarco, que combina ritmos populares à linguagem tradicional da música de câmara.

VI VIRTUOSI BRASIL: Atrações

Quinteto Brassil

Quinteto Brassil

QUINTETO BRASSIL

Com mais de 25 anos de existência o QUINTETO BRASSIL é formado por professores do Departamento de Música da UFPB e instrumentistas da OSPb. O grupo desenvolve um trabalho intenso realizando concertos e master classes nos centros musicais importantes do Brasil, Estados Unidos e Europa e dirige uma atenção especial à pesquisa de repertório da música brasileira para metais e percussão, compilando, editando e interpretando música folclórica, popular, erudita e obras originais contemporâneas.

Aliando técnica, clareza interpretativa e espontaneidade em suas apresentações, o grupo tem obtido o reconhecimento das mais exigentes platéias e da crítica especializada. Gravou para programas de rádio como a BBC de Londres e a WGBH de Boston e os CDs “Brassil Toca Brasil” – 1992 SP; “Brassil plays Brazil” – Nimbus Records/1995-England; “Brassileiros” – Nimbus Records/1997 England.

VI VIRTUOSI BRASIL

Grupo&Instrumentos-baixa

CORREIOS APRESENTA

VI VIRTUOSI BRASIL

21, 22 e 23 de maio / 19h / Entrada gratuita

Centro Cultural dos Correios Recife

Popular e erudito se encontram na sexta edição do festival voltado à música de concerto brasileira.

Centro Cultural Correios Recife apresenta VI VIRTUOSI BRASIL, festival dedicado à produção brasileira na música de concerto de 21 a 23 de maio. Produzido e idealizado pelo Maestro Rafael Garcia e pela pianista Ana Lúcia Altino, o evento convida o  violinista Alessandro Borgomanero, o Quinteto Brassil e Percussão, o  Grupo Carcoarco e a Orquestra Jovem de Pernambuco com um repertório que apresenta obras de Luiz Gonzaga, Pixinguinha, Ary Barroso e Villa-Lobos,  entre outros. O VI VIRTUOSI BRASIL começa a partir das 19h com entrada  gratuita.

A Orquestra Jovem de Pernambuco, sob a regência  do Maestro Rafael Garcia, abre a programação do festival com Concerto de Brandemburgo de Bach,  o Concerto em Ré Menor Para Violino e Orquestra de Mendelssohn, as Danças Romenas de Bela Bartok  e as Árias  Ciganas de Sarasate. O renomado violinista  Alessandro Borgomanero, atual spalla da Orquestra Sinfônica de Brasília,  acompanha a OJOPE na abertura do VI VIRTUOSI BRASIL.

No dia  22/05, o Quinteto Brassil e Percussão, da Paraíba, apresenta um  repertório diversificado com peças de Beethoven passando por Ary Barroso  e Luiz Gonzaga  até chegar em Heitor Villa-Lobos.

Formado por  professores do Departamento de Música da UFPB e instrumentistas da OSPB, o grupo desenvolve um trabalho com atenção especial à pesquisa de  repertório da música brasileira para metais e percussão, compilando  música folclórica, popular, erudita e obras originais contemporâneas.

O último dia do festival, 23/04, conta com o  grupo de música instrumental Carcoarco. Baseado no trabalho inovador do  músico e pesquisador José Eduardo Gramani (1944-1998), o grupo cria um universo  sonoro resultante da combinação de elementos do tradicional e do moderno, do acadêmico e do popular, não tomados como  opostos, mas como ingredientes básicos no processo de fusão musical característico da cultura atual. Em seu trabalho, a combinação das  populares rabecas e a “erudita” família do violino  com a percussão  brasileira estimula novas maneiras de tocar e uma nova linguagem, em que  se combinam ritmos brasileiros como o maracatu, o xote, o frevo e o baião à linguagem da  música de câmara tradicional e à música  latinoamericana.

SERVIÇO:

ONDE: CENTRO CULTURAL CORREIOS RECIFE (Av. Marques de Olinda, 262, Recife Antigo)

QUANDO: 21 a 23 de maio

HORARIO: 19h

21/05 – Orquestra Jovem de Pernambuco

22/05 – Quinteto Brassil

23/05 – Carcoarco

ENTRADA FRANCA

Mais informações: www.virtuosi.com / 81 33630138

Assessoria de Imprensa:

Ana Garcia: 81 88278222 / aninha@coquetelmolotov.com.br

Tathianna Nunes: 81 99454692 / tathi@coquetelmolotov.com.br

Realização : Centro Cultural Correios Recife

Produção: Virtuosi Sociedade Artística