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	<title>Virtuosi &#187; Clipping</title>
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		<title>CLIPPING: Música clássica vibra em temperaturas baixas (DP)</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Jul 2010 12:08:42 +0000</pubDate>
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É terça-feira, pleno dia mundial do rock. O interior do estado se prepara para uma maratona de shows ecléticos; em dois dias começa o Festival de Inverno de Garanhuns que vai mostrar Gal Costa, Móveis Coloniais de Acaju, Eddie, Pitty e Paralamas do Sucesso. Antes, uma parada estratégica em Gravatá para ouvir música clássica. A [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.virtuosi.com.br/wp-content/uploads/2010/07/Virtuosi_440px_FloraPimentel1.JPG" alt="Virtuosi_440px_FloraPimentel" title="Virtuosi_440px_FloraPimentel" width="440" height="291" class="aligncenter size-full wp-image-567" /></p>
<p>É terça-feira, pleno dia mundial do rock. O interior do estado se prepara para uma maratona de shows ecléticos; em dois dias começa o Festival de Inverno de Garanhuns que vai mostrar Gal Costa, Móveis Coloniais de Acaju, Eddie, Pitty e Paralamas do Sucesso. Antes, uma parada estratégica em Gravatá para ouvir música clássica. A estrada de fluxo livre denuncia que a invasão em massa da cidade ainda não começou.</p>
<p>A primeira noite do festival Virtuosi de Gravatá (que também se apresenta no FIG) começa com o Hino do Brasil, onde todos os cidadãos cantaram em pé, emocionados, até o fim, talvez com resquícios da, com sorte, esquecida Copa do Mundo. A Igreja Matriz de Sant&#8217;Ana está repleta de gente acasacada, mas não ultrapassa sua capacidade. As atrações da noite são a Orquestra Virtuosi, a violinista dinamarquesa Sara Wallevik, o viola Rafael Atino e a soprano Gabriela Pacce. A largada é dada com o concerto de Brandemburgo nº 3 em sol maior, seguido do prazeroso duo de Wallevik e Altino na Suíte nº 3 para violino e viola Op. 19 nº 1, de Kurt Atterberg. </p>
<p>O repertório começou tristonho, os nervos só começaram a esquentar em Rossini, terceira obra do programa. Depois de uma homenagem ao trombonista paraibano Radeguindis Feitosa, chega a vez de Gabriella Pacce, que já foi Micaela em Carmen, Susanna em As bodas de Fígaro e Ceci em O Guarany. No Virtuosi, ela apresentou árias das óperas Rinaldo, As bodas de Fígaro, Falstaff e Fausto. Mas o apelo popular, aquele que contagia e aproxima o público, tão importante em concertos clássicos atualmente &#8211; ainda mais para o público ainda não educado musicalmente de Gravatá &#8211; só veio mesmo com O mio bambbino caro, de Puccini.</p>
<p>A soprano já se apresentou no Virtuosi anteriormente, foi Dulcinéia, de Dulcinéia e Trancoso. Ela, como outros parece ter entrado para a família Virtuosi, que além de ser gerado por uma família, também costuma &#8220;acolher&#8221; músicos que se apresentaram em edições passadas do Virtuosi, trazendo-os novamente para outras versões do festival, interiorizações etc. Pacce é expressiva, coisa que algumas cantoras de óperas atuais parecem abandonar, se tornando múmias de boa voz. Não foi à toa que ela faturou o prêmio Carlos Gomes de 2010. O brilho da noite ficou mesmo por conta dos solistas, que encobriram a apática orquestra que não faz jus ao nome do evento.O Virtuosi Gravatá vai até o dia 18 e presta homenagem aos 200 anos do nascimento de Schumann e Chopin. </p>
<p><strong>Link</strong>: <a href="http://www.diariodepernambuco.com.br/2010/07/15/viver3_0.asp">http://www.diariodepernambuco.com.br/2010/07/15/viver3_0.asp</a></p>
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		<title>CLIPPING: Jornal do Commercio (24/05/2010)</title>
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		<pubDate>Mon, 24 May 2010 13:06:44 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Virtuosi entusiasma fãs da música erudita

Marina Andrade
José Teles
A segunda noite do VI Virtuosi Brasil, no Centro Cultural Correios, ficou marcada pelo peso dos metais do Quinteto Brassil e Percussão. Formado por Ayrton Benck e Gláucio Fonseca nos trompetes, Cisneiro Andrade na trompa, Radegundis Feitosa no trombone, Valmir Vieira na tuba e Glauco Andrezza na percussão, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Virtuosi entusiasma fãs da música erudita<br />
</strong></p>
<p><em>Marina Andrade<br />
José Teles</em></p>
<p>A segunda noite do VI Virtuosi Brasil, no Centro Cultural Correios, ficou marcada pelo peso dos metais do Quinteto Brassil e Percussão. Formado por Ayrton Benck e Gláucio Fonseca nos trompetes, Cisneiro Andrade na trompa, Radegundis Feitosa no trombone, Valmir Vieira na tuba e Glauco Andrezza na percussão, o grupo de músicos da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) e da Orquestra Sinfônica da Paraíba (OSPB) veio mostrar uma apresentação diversificada, passeando não só por música erudita, mas também por compositores populares nordestinos, resultado de pesquisas de repertório da música brasileira para metais e percussões.</p>
<p>“Há 30 anos, não existia partitura para quintetos de metais. Hoje nós temos um repertório único, que traz muitas composições de autores pernambucanos, como o maestro Duda, Dimas Sedícias, Flávio Lima”, explica Ayrton. Com pouco mais de uma hora de duração, o concerto teve início com Aquarela do Brasil, de Ary Barroso, com arranjos do maestro Duda.</p>
<p>Entre peças de Bach, Beethoven e Villa-Lobos, o Quinteto Brassil apresentou a peça Música para uma avenida, do compositor paulista Djalma Melin, que busca descrever tudo o que ocorre na Avenida Paulista, não só levando em conta o barulho diurno da metrópole, mas também a agitação cultural noturna. A certa altura da noite, a potência de metais foi tanta que assustou um bebê, fazendo-o cair no choro no colo da mãe. Mas o susto não foi por falta de avisos, já que, logo no início da apresentação, os instrumentistas informaram que não iam economizar no som.</p>
<p>De volta a Pernambuco, o grupo apresentou o Concertino para trompete, escrito pelo maestro Duda há cerca de 20 anos e considerada pelo grupo uma obra-prima. Parece que o público concordou, já que explodiu em aplausos logo após o primeiro movimento, sem esperar pelos dois seguintes. Summertime, composição de George Gershwin, também foi destaque na noite, que ainda contou com a peça Suíte, de Dimas Sedícias, e a seleção Gonzaguiando, também arranjada pelo maestro Duda, para quem o grupo rendeu elogios durante todo o concerto, que foi encerrado ao som de frevo.</p>
<p>Para a estudante de música Maria Eduarda Ramos, que saiu satisfeita do Centro Cultural dos Correios, a oportunidade de assistir a três dias de concertos gratuitos é maravilhosa. O Quinteto Brassil e Percussão se apresenta no próximo domingo, na Igreja da Sé, em Olinda, às 17h, dentro da programação do Circuito das Igrejas.</p>
<p>ESTREIA</p>
<p>Sexta-feira, em plena hora do happy hour, um salão lotado por pessoas que foram assistir a um concerto de música erudita. Trocar a cerveja e a música popular por Bach ou Bela Bartok? Isto aconteceu na estreia do VI Virtuosi Brasil. O evento foi aberto com a Orquestra Jovem de Pernambuco (Ojope), que vem aperfeiçoando cada vez mais sua performance, pelos ensaios e apresentações frequentes, o que não é muito comum para uma orquestra do gênero em Pernambuco.</p>
<p>O maestro chileno Rafael Garcia, produtor do evento, e regente da Ojope, é também, ele próprio um espetáculo à parte, com seu sotaque carregado e as constantes queixas ao pouco caso que se tem no Recife pela música erudita, e das dificuldades que se carregam para realizar eventos como o Virtuosi. O salão tem boa acústica, isto é constatado na primeira peça da noite, o Concerto em sol de Brandemburgo nº3 em sol maior, de Bach, uma das composições mais conhecidas do gênio alemão. Executada pela orquestra com competência, e aplaudida de pé.</p>
<p>O solista convidado da noite foi o violinista Alessandro Borgomanero, spalla da sinfônica de Brasília, com um extenso currículo no Brasil e no exterior. Borgomanero ratificou o seu talento, primeiramente no Concerto em ré menor para violino e orquestra, de Mendelssohn, composição que poucas vezes frequenta repertório de concertos, pela execução difícil, que exige exatidão e emoção do solista. Já nas Danças romenas, com arranjos de cordas de Arthur Wilner, que o húngaro Bela Bartok compôs inspirado em temas folclóricos, animou mais a plateia, não se deve esquecer que muita gente veio direto do trabalho para o concerto.</p>
<p>Na Dança cigana de Sarasate, Alessandro Borgomanero entusiasmou, executando a peça com maestria. Impressionante a rapidez que alcançou nos solos. Não fazia demonstração de malabarismo, mas cumpria à risca o que a composição exigia. Pena que, acostumados a espetáculos que nunca começam na hora, várias pessoas chegaram no final do concerto. O Virtuosi Brasil, em sua sexta edição, terminou ontem com a apresentação do grupo paulista (de Campinas) Carcoarco.</p>
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		<title>CLIPPING: Diario de Pernambuco (21/05/2010)</title>
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		<pubDate>Sat, 22 May 2010 12:00:24 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Popular e erudito em concerto
(Carolina Santos)
Música erudita não deve ser encarada como bicho-papão. Pode ser bela, vibrante, emocionar de fato. A popularização desse tipo de música é uma das bandeiras do festival Virtuosi Brasil, que chega neste ano à sua sexta edição, com apresentações hoje, amanhã e domingo.
A principal mudança é o endereço: o festival, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Popular e erudito em concerto</strong></p>
<p>(Carolina Santos)</p>
<p>Música erudita não deve ser encarada como bicho-papão. Pode ser bela, vibrante, emocionar de fato. A popularização desse tipo de música é uma das bandeiras do festival Virtuosi Brasil, que chega neste ano à sua sexta edição, com apresentações hoje, amanhã e domingo.</p>
<p>A principal mudança é o endereço: o festival, patrocinado pelo governo de Pernambuco e Correios, deixa o Teatro Santa Isabel e passa a ocupar uma sala com espaço para 300 pessoas no Centro Cultural dos Correios, no Bairro do Recife. A entrada é gratuita, mas é preciso pegar o ingresso na bilheteria com uma hora de antecedência.</p>
<p>Hoje, o Virtuosi recebe a Orquestra Jovem de Pernambuco para um repertório romântico, com a participação do violinista Alessandro Borgomanero (foto), atual spalla (principal violinista) da Orquestra Sinfônica de Brasília. A abertura é com o Concerto de Brandemburgo em sol maior, de Bach. &#8220;É uma peça difícil, que exige muito das violas, celos e violinos&#8221;, comenta o maestro Rafael Garcia, responsável pela orquestra, que reúne jovens de baixa renda, e pelo festival Virtuosi.</p>
<p>Burgomanero, que estudou música na Itália e na Alemanha, vai participar no Concerto em ré menor para violino, de Mendelssohn, e nas Árias ciganas, do compositor espanhol Pablo Sarasate. &#8220;São duas peças altamente românticas e brilhantes. Têm melodias muito bonitas e acessíveis. A peça de Sarasate, por exemplo, faz com que o violino imite a música tradicional cigana&#8221;, explica Burgomanero. Além da beleza sonora, as peças de Mendelsshon têm movimentos bastante rápidos, vibrantes, capazes de empolgar o público. &#8220;É uma obra que exige virtuosismo&#8221;, resume o violinista.</p>
<p>No sábado, é a vez do Quinteto Brassil e Percussão, formado por professores da Universidade Federal da Paraíba (UFPB). Com 20 anos ininterruptos de atividade, o grupo é composto por instrumentos de metal (dois trompetes, tuba, trombone e trompa) e percussão brasileira. O repertório traz composições de Villa-Lobos (Bachiannas número 5), Ary Barroso (Aquarela do Brasil) e Luiz Gonzaga. O último dia dofestival conta com a participação de um grupo bem interessante, o Carcoarco, de Campinas (SP). Para tocar composições folclóricas e populares, eles usam instrumentos confeccionados pelos próprios músicos, como rabecas e vasos de cerâmica. Além dos concertos às 19h, hoje e amanhã o público também pode conferir ensaios abertos, sempre às 16h. Mais informações: www.virtuosi.com e 3363-0138. </p>
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		<title>CLIPPING: Jornal do Commercio (21/05/2010)</title>
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		<pubDate>Fri, 21 May 2010 22:20:22 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Virtuosi Brasil em novo endereço

José Teles
Quando chegou ao Recife, em 1970, o maestro chileno Rafael Garcia lembra que a recém-inaugurada TV Universitária estava programa para ser um centro mundial de boa música: “Hoje a gente produz um evento como o Virtuosi com muito suor e lágrimas”, compara, com sua exacerbação bem conhecida. O Virtuosi é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Virtuosi Brasil em novo endereço<br />
</strong><br />
<em>José Teles</em></p>
<p>Quando chegou ao Recife, em 1970, o maestro chileno Rafael Garcia lembra que a recém-inaugurada TV Universitária estava programa para ser um centro mundial de boa música: “Hoje a gente produz um evento como o Virtuosi com muito suor e lágrimas”, compara, com sua exacerbação bem conhecida. O Virtuosi é literalmente um evento plural. Tem o Virtuosi na Serra (durante o Festival de Inverno em Garanhuns), o Virtuosi Gravatá, o Virtuosi Internacional (no Recife e em Olinda) e o Virtuosi Brasil, que acontece de hoje até domingo, este ano no Centro Cultural dos Correios, (no Bairro do Recife), com entrada gratuita.</p>
<p>“O Virtuosi Internacional é conhecido até no exterior, mas o Virtuosi Brasil leva tanta gente quanto ele aos concertos, penso que pelo repertório que atrai os jovens”, comenta o maestro.</p>
<p>Pela primeira vez o Virtuosi Brasil não será realizado no Teatro de Santa Isabel. “Ganhamos uma seleção pública do Centro Cultural dos Correios, e este ano o festival acontece lá. Mas só tenho a agradecer à diretoria do Santa Isabel, que sempre nos deu toda atenção. Agora o local dos concertos este ano tem uma acústica maravilhosa, um salão que cabe umas 400 pessoas, muito bom mesmo”, continua Garcia, que apesar das dificuldades nos patrocínios tem trazido a cada ano grandes solistas para o Virtuosi.</p>
<p>Hoje, um desses solistas é o convidado da Orquestra Jovem de Pernambuco, regida pelo próprio Rafael Garcia. É o violinista Alessandro Borgomanero, spalla da Orquestra Sinfônica de Brasília, mestre pela Escola Mozarteum de Salzburg. No repertório do concerto estão as peças Concerto de Brandemburgo de Bach, o Concerto em Ré Menor Para Violino e Orquestra de Mendelssohn, as Danças Romenas de Bela Bartok e as Árias Ciganas de Sarasate.</p>
<p>O maestro chama especial atenção para a peça de Mendelssohn. “Ele foi composto para orquestra de câmera, e é de execução difícil. Mas ficou muito bom a com a nossa orquestra, que é a única de Pernambuco que ensaia o ano inteiro e apenas para eventos. Também é a única que traz solistas internacionais”, elogia o maestro. “Muitos solistas vêm pelo prazer de tocar no Virtuosi, diminuem o cachê, porque se você quer trazer um nome como Nelson Freire, o patrocinador acha que o cachê que ele cobra é alto. A música popular é o que mais se divulga. Até nas festividades religiosas os artistas populares têm palco. Acho que está em dissonância com o tempo, a maioria é caça-níquel. Com um cachê bem menor do que se paga a alguns destes artistas você contrata um grande mestre. Mas não me cabe dizer quem deve ou não ser contratado”, comenta Rafael Garcia.</p>
<p>ATRAÇÕES</p>
<p>A Orquestra Jovem de Pernambuco, que abre a série de concertos do VI Virtuosi Brasil, foi criada em 1986, passou alguns anos desativada e voltou á cena em 2005, para o projeto A Fábrica de Música, promovido pelo Maestro Rafael Garcia. Formada por músicos bastante jovens, a Ojope é hoje a orquestra mais atuante do Estado. Participou de vários concertos pelo País, em 2008, pelo programa Petrobras Cultural e levou música erudita a dez cidades pernambucanas.</p>
<p>O solista Alessandro Borgomanero, tem um currículo invejável, professor da Universidade Federal de Goiás, já apresentou ao redor do mundo. Como solista, tocou em diversas orquestras, entre as quais, a de Budapeste, a Salzburg Chamber Soloists, Philadelphia Virtuosi, London Mozart Players, com os Virtuosos e a Sinfônica de Salzburgo, Bachiana Filarmônica e com a maioria das orquestras sinfônicas brasileiras. Borgomanero tem discos lançados pelos selos Kreuzberg Records (Alemanha), Nami Records (Japão) e Classic Sound (Áustria).</p>
<p>Formado por professores do Departamento de Música da UFPB e da Orquestra Sinfônica da Paraíba, o Quinteto Brassil existe há mais de 25 anos e desenvolve um original trabalho com música brasileira, folclórica e erudita, com apresentações nos principais centros musicais do Brasil e no exterior. Realizou, com diversos concertos realizados nos EUA e países da Europa. Seu discos têm recebido críticas elogiosas nas publicações especializadas, nacionais e estrangeiras. O quinteto já gravou programas na BBC de Londres e na WGBH, de Boston. Tem os CDs Brassil toca Brasil (1992), lançado na Inglaterra como Brassil plays Brazil, pela Nimbus Records (1995). Pelo mesmo selo lançou, em 1997, o disco Brassileiros.</p>
<p>O grupo paulista Carcoarco estreita ainda os laços entre o popular e o erudito com um trabalho baseado na obra do músico e pesquisador José Eduardo Gramani (1944-1998). “Acho que o músico que faz bem o erudito, faz muito bem o popular. E o Carcoarco, não faz apenas música, mas constrói também instrumentos. Em sua apresentação o grupo faz uma fusão de ritmos brasileiros, indo do baião ao frevo, e o chorinho, com roupagem de música de câmara tradicional, uma inteligente união da rabeca com o violino”, diz Rafael Garcia.</p>
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		<title>CLIPPING: JC OnLine (21/05/2010)</title>
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		<pubDate>Fri, 21 May 2010 18:00:25 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Virtuosi consolida espaço para a música de concerto
A idéia era tornar a música de concerto brasileira, numa mesclagem entre erudito e popular, acessível a uma platéia carente de eventos do tipo na cidade. A vontade se tornou realidade e o projeto conseguiu seu lugar levando gratuitamente ao público audições de qualidade. Assim, o Virtuosi  [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Virtuosi consolida espaço para a música de concerto</strong></p>
<p>A idéia era tornar a música de concerto brasileira, numa mesclagem entre erudito e popular, acessível a uma platéia carente de eventos do tipo na cidade. A vontade se tornou realidade e o projeto conseguiu seu lugar levando gratuitamente ao público audições de qualidade. Assim, o Virtuosi  Brasil chega ao seu sexto ano de existência.  A edição 2010 acontece desta sexta a domingo (23) no Centro Cultural Correios.  </p>
<p>O maestro  Rafael Garcia, idealizador do evento, abre a programação regendo Orquestra Jovem de Pernambuco na execução de repertório baseado em obras de Luiz Gonzaga, Pixinguinha, Ary Barroso e Villa-Lobos,  entre outros. </p>
<p>A programação apresenta ainda como convidados o violinista Alessandro Borgomanero (atual spalla da Orquestra Sinfônica de Brasília), o paraibano Quinteto Brassil e Percussão (dedicado à pesquisa de composições brasileiras para metais e percussão) e  o  Grupo Carcoarco, que combina ritmos populares à linguagem tradicional da música de câmara.</p>
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		<title>Cobertura: Metropolis</title>
		<link>http://www.virtuosi.com.br/2009/12/23/cobertura-metropolis/</link>
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		<pubDate>Wed, 23 Dec 2009 21:47:06 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Confira o vídeo com a cobertura feita pelo programa Metropolis, da TV Cultura, do XII Virtuosi, com cenas do ensaio da Ópera Dulcineia e Trancoso]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Confira o vídeo com a cobertura feita pelo programa Metropolis, da TV Cultura, do XII Virtuosi, com cenas do ensaio da Ópera Dulcineia e Trancoso:</p>
<p><object width="457" height="368" id="player_689503" ><param value="true" name="allowfullscreen"/><param value="http://storage.mais.uol.com.br/embed.swf?mediaId=689503" name="movie"/><param value="always" name="allowscriptaccess"/><param value="window" name="wmode"/><embed id="player_689503" width="457" height="368" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" src="http://storage.mais.uol.com.br/embed.swf?mediaId=689503" wmode="window" /></embed></object></p>
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		<title>Virtuosi: Estrelas internacionais no Recife</title>
		<link>http://www.virtuosi.com.br/2009/01/23/virtuosi-estrelas-internacionais-no-recife/</link>
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		<pubDate>Fri, 23 Jan 2009 23:42:46 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[virtuosi]]></category>

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		<description><![CDATA[O jornalista Irineu Franco Perpétuo, da revista Concerto, faz uma avaliação das duas últimas edições do festival Virtuosi no Recife]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por Irineu Franco Perpetuo<br />
</strong></p>
<p>OK, a internet efetivamente diminui as distâncias entre as pessoas, mas ainda não resolve todos os problemas. Porque, às vezes, as estruturas mentais do passado persistem como vício, e, no eixo Rio-São Paulo, nem sempre estamos tão atentos como deveríamos ao que acontece no resto do país.</p>
<p>Por exemplo: embora, em Pernambuco, desde 1998, o casal Ana Lúcia Altino/Rafael Garcia promova anualmente o Festival Virtuosi, muita gente no nosso meio musical nem ouviu falar no evento. Estive no Recife em 2007, para cobrir, e, em dezembro do ano passado (uma semana antes do Natal, de 17 a 21), como palestrante de um evento paralelo, o Festival Ibero-Americano (que destacava Marlos Nobre, entrevistado deste mês da revista Concerto), e tive uma surpresa das mais favoráveis com o nivel artístico do evento.</p>
<p>Os concertos acontecem no belíssimo Teatro de Santa Isabel &#8211; construído por 1850, refeito em 1869, após um incêndio, e, depois de sete anos de reformas, reinaugurado em 2002. Os músicos que visitam a cidade (como os integrantes do Ensemble São Paulo), além de tocar música de câmara, formam a orquestra do festival, que atua sob a regência de Rafael Garcia &#8211; um chileno que está radicado no Brasil há décadas, e foi “spalla” da Osesp nos tempos de Eleazar de Carvalho (sua mulher, Ana Lúcia, como pianista, também foi membro da Osesp pré-Neschling).</p>
<p>No ano passado, já como efeito da crise financeira global, eles tiveram um corte imprevisto de patrocínio (e, conseqüentemente, de verba) à última hora. Mesmo assim, montaram uma programação de dar inveja.</p>
<p>Eu fiquei absolutamente encantado com o contratenor francês Philippe Jaroussky, que já conhecia de disco, e, dois dias antes, havia se apresentado no Rio (mas, infelizmente, não veio a SP). Acompanhado de Jérôme Ducros, um pianista de grande personalidade, ele cantou, com muita técnica, musicalidade e senso de estilo (e sem aquele vibrato excessivo que se transformou em irritante vício de tantos cantores líricos) um refinado programa de canções francesas do início do século XX, que, em março deste ano, deve sair em CD pela Virgin.</p>
<p>Outro must foi o excepcional violinista russo Ilya Gringolts, que, das vezes que esteve aqui em São Paulo, deixou todo mundo boquiaberto. Acompanhado da pianista Marianna Shirinyan, Gringolts fez um programa incomum, incluindo uma sonata a ele dedicada por Sir Peter Maxwell Davies e peças de Szymanowski, Ravel e Schubert. Ele não tem aquele som “gordo” que habitualmente associamos à escola russa de violino, mas possui um domínio técnico inquestionável, e uma musicalidade impressionante.</p>
<p>Além disso, estiveram o violinista alemão Nicolas Koeckert, laureado no Concurso Tchaikovsky, em 2002; o trombonista sueco Christian Lindberg, que vem alargando o repertório e as possibilidades de seu instrumento; e o romeno Catalin Rotariu, que executa no contrabaixo as peças mais difíceis e virtuosísticas do repertório do violoncelo.</p>
<p>Isso sem falar nas estrelas “da casa”, como o violoncelista Antonio Meneses, lançando seu disco em duo com a pianista Celina Szrvinsk; o também violoncelista Leonardo Altino, filho de Rafael e Ana Lúcia, com um Haydn maduro e surpreendente; e Naná Vasconcelos, o maior percussionista popular que o Brasil já teve, recebendo uma justa homenagem e exibindo seu talento na noite de abertura do festival. Vale a pena ficar atento às próximas edições do festival.</p>
<p><strong>Matéria publicada originalmente na <a href="http://www.concerto.com.br/textos.asp?id=74" target="_blank">Revista Concerto</a><br />
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