Histórico

Surgindo pela vontade de FAZER MÚSICA, a idéia da criação do VIRTUOSI foi alimentada pelo sentimento de que somente através de um evento desta natureza era possível fazer música da mais alta qualidade. Com isso, trazer grandes personalidades e artistas famosos, tanto nacionais como internacionais, contribuindo para o desenvolvimento e enriquecimento cultural do País. O contato com artistas de renome renova a vontade do fazer música e estimula novos trabalhos, novos projetos e novas idéia. O VIRTUOSI, que começou em 1998 com apenas duas noites de concerto, foi crescendo ao longo dos anos até conquistar um nome nacional. O I Festival Internacional de Música de Câmara de Pernambuco foi realizado sob a direção artística do Maestro Rafael Garcia, incansável batalhador da cultura musical neste país, tornando-se um marco na história da cultura do Estado, representando o coroamento de longos anos de trabalho e dedicação daqueles que fazem da música erudita o sentido de viver.

O festival surgiu para o enriquecimento espiritual do nosso povo, sempre participante e sensível à realização de programas culturais desta natureza. Reunindo artistas nordestinos radicados no exterior, artistas estrangeiros e artistas nacionais de fama internacional, o Festival teve por objetivo apresentar o que há de melhor na música de câmara.

Resumindo as apresentações que o VIRTUOSI já realizou no Recife até esta data, temos um saldo de 411 obras com mais de 100 tendo sido apresentadas em primeira audição local, regional, nacional e até mesmo na América do Sul, representando cerca de 30% do total das obras executadas. Este é um fato de extrema relevância considerando o curto espaço de tempo de cada evento que, somado, até hoje durou exatamente 49 dias.

O VIRTUOSI também se preocupa todos os anos com a capacitação e formação dos jovens instrumentistas da região. Com isso, Master Classes e workshops são realizados. Nos últimos anos foram realizadas 37 Master Classes assim como concertos abertos para os alunos dos órgãos de ensino da rede pública. O VIRTUOSI ainda promove apresentações da Orquestra Jovem de Pernambuco durante o festival com o intuito de divulgar o trabalho realizado pelo grupo que é formado por jovens instrumentistas pernambucanos, todos oriundos de classes sociais economicamente menos favorecidas.

Outra preocupação do festival é a formação de platéia e isso é feito através de explicação didática sobre cada concerto antes da realização do espetáculo. Os artistas que participam do VIRTUOSI são estimulados a trazer seus CDs e vendê-los durante o evento. É sempre muito bem sucedida a venda de discos, uma vez que o público os adquire geralmente após assistir suas apresentações. Como são artistas não ligados a grandes gravadoras internacionais, dificilmente esses CDs chegam nas lojas brasileiras.

Considerado já pela mídia como um dos eventos de música erudita mais importante do país, ponto de referência em qualidade e excelência musical, incluído no Catálogo Musical América, o VIRTUOSI cresceu e hoje realiza três eventos importantes no estado de Pernambuco: o Virtuosi Brasil, o Virtuosi na Serra e o Virtuosi Internacional. A criação dos dois novos festivais, um de música brasileira e o outro descentralizando a cultura levando a música clássica para o interior, foi uma conseqüência da trajetória de sucesso e principalmente da credibilidade daqueles que dirigem e organizam o festival.

NOS JORNAIS

“Após a curta fala do Maestro, o teatro veio abaixo, talvez imbuído do espírito da música que vinha sendo apresentada ao longo da semana durante a programação da nona edição do festival Virtuosi.”
O ESTADO DE SÃO PAULO, 20 de dezembro de 2006-Caderno 2 – João Sampaio

“O Recife, durante uma semana, tornou-se a capital brasileira da música erudita, ao sediar, no Teatro de Santa Isabel, o VIII Virtuosi. A iniciativa vem sendo comandada pelo regente chileno Rafael Garcia com a ajuda direta da pianista pernambucana Ana Lúcia Altino.”
Jornal do Commercio, Recife 20 de dezembro de 2005 – Opinião

“O pianista e regente João Carlos Martins escreve para dizer como foi sua participação no VII VIRTUOSI, no Santa Isabel: ” Quando iniciei o primeiro ensaio PENSEI que estava na Áustria, Alemanha ou EUA, pois NÃO CONHEÇO outro lugar no Brasil que reuna músicos tão qualificados de vários países”.
Jornal do Commercio, Recife 02 de janeiro de 2005

“MAIOR FESTIVAL DE MÚSICA DE CÃMARA DO NORDESTE
Virtuosi chega à sexta edição trazendo músicos do mundo todo”.

Folha de Pernambuco, Recife 25 de novembro de 2003

“O Festival Internacional de Música de Câmara de Pernambuco…não tem mais condição de RETROCEDER…SEU DESTINO SERÁ CONTINUAR a oferecer ao recifense o melhor da música erudita no Estado…O Virtuosi provou, que é pura balela esta história de que, aqui, não haveria público para música erudita…existe sim UM PÚBLICO FAMINTO por apresentações de nível internacional e que o Recife não abriga apenas o mangue beat e o Abril pro Rock. OS EMPRESÁRIOS que quiserem lucrar com os eventos, daqui para a frente, PODEM INVESTIR, sem susto NESTE FILÃO, que haverá retorno”.
Jornal do Commercio, Recife 11 de dezembro de 2000