I Virtuosi Gravatá – Despedida
Depois de uma semana de grandes concertos, o I Festival Virtuosi se despede de uma Gravatá emocionada com chave de ouro. A Orquestra do evento encantou, mais uma vez o público presente na Igreja de Sant’Ana, com a execução de obras de Weber, Dopler e Haydn. O fim de tarde contou com os solistas Alexandre Hazera (viola), Hrant Parsamanian (violoncelo), Rogério Woof e Nicole Espósito (flauta) e Catalin Rotaru (contrabaixo). Como bis, a orquestra tocou um divertimento de Mozart.
O I Festival Virtuosi de Gravatá encerrou sua série de concertos com o Hino Nacional, tocado pela orquestra e cantado pelo público, os dois regidos pelo maestro Rafael Garcia e acompanhado pelo maracatu do Grupo de Apoio aos Meninos de Rua (GAMR), sendo uma das alfaias tocadas por Catalin Rotaru.
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Minha primeira vez que pude apreciar uma boa musica ao vivo, foi emocionante fiquei sentindo ja a falta de mais concertos nesta bucolica cidade.Espero que possamos construir mesmo a concha acustica e que mais pessoas possam aproveitar momentos impares como este e que possam acontecer sempre. Valeu Virtuosi….
Um impecável espetáculo de beleza sonora apreciado pelos ouvidos e vislumbrado na feiçào de cada um dos participantes
Excelente a apresentação de despedida do l Virtuosi Gravatá.A orquestra e o regente Rafael Garcia estão de parabéns.Que o Virtuosi se estenta as outras cidades,como Vitória de Santo Antão.
Um espetáculo pouco visto na história da cidade. A sua classe e beleza me encataram. Gravatá está de parabéns e confesso que senti orgulho de ser narutal desta bela gentil cidade. A cada ano se estabelece como um polo de eventos culturais de destaque na região. Mais uma vez, sinto-me imensamente orgulhoso por pertencer a esta cidade e por ter presenciando um espetáculo tão divino e tão enriquecedor como foi o Virtuosi. No próximo ano quero tê-lo novamente.
E também quero dar uma sugestão. Gravatá foi destaque em diversos meios de comunicação e recebeu elogios de personalidades da música pelo sucesso que fez este Virtuosi. Creio que um festival literário também renderia muitos frutos. E não precisa ser cidade metrópole para organizar este tipo de evento. Um exemplo é Paraty no Rio de Janeiro que todo ano realiza a FLIP, um dos mais respeitados festivais de literatura do mundo. Paraty hospedou na edição deste ano grandes nomes da literatura mundial como Richard Dawkins e Gay Talese. O evento atrai um grande número de turistas que aquece e movimenta o comércio local. Fica o exemplo.
Abraços!
Sem dúvida um espetáculo esperado por muitos e pudemos perceber isso através da frequência das pessoas que crescia a cada concerto.
É impossível definir a importância do I Virtuosi para Gravatá, pois não foi apenas uma apresentação, foi um dispertar para o desenvolvimento cultural e a oportunidade que muitos tiveram de conhecer e apreciar o música erudita.
Quero ressaltar e parabenizar a iniciativa e coragem de Ana Lúcia e Rafael, que a cada dia eles possam ser recompensados por sua determinação.
E deixo aqui um expresso desejo e certeza que no próximo ano teremos a oportunidade de apreciar a II Virtuose em Gravatá.
Abraço
Lindo. Um espetáculo grandioso. Digno de uma cidade linda e de um povo hospitaleiro.Que se repita por muitas vezes trazendo a felicidade para todos nós.Parabéns.
NOSSA, QUANTA SAUDADE.
E PARA QUE NÓS GRAVATAENSES E DEMAIS APRECIADORES DA VIRTUOSI GUARDE NA MEMÓRIA OS MOMENTOS ÚNICOS E FASCINANTES DA MEMORÁVEL APRESENTAÇAO , O JORNALISTA E EDITOR CLAUDIO CASTANHA PUBLICOU NO http://www.blogdocastanha.com.br UM ENSAIO FOTOGRÁFICO DA 1a. VIRTUOSI 2009 EM GRAVATÁ DE MINHA AUTORIA